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Editorial

DOSSIÊ: "Sociologia da infância: pesquisas com crianças"

Apresentação
Ana Cristina Coll Delgado & Fernanda Müller

Gerações e alteridade: Interrogações a partir da sociologia da infância
Manuel Jacinto Sarmento

Criança, infância(s), crianças: que objetivo dar a uma ciência social da infância?
Claude Javeau

Transformação dos modos de socialização das crianças: uma abordagem sociológica
Suzanne Mollo-Bouvier

Denominações da infância: do anormal ao deficiente
Eric Plaisance

As crianças como pesquisadores: os efeitos dos direitos de participação sobre a metodologia de pesquisa
Priscilla Alderson

Entrada em campo, aceitação e natureza da participação nos estudos etnográficos com crianças pequenas
William A. Corsaro

Crianças e jovens, atores sociais na escola. Como os compreender?
Patrick Rayou

As práticas educativas parentais e a experiência das crianças
Cléopâtre Montandon

Infâncias imaginadas: construções do eu e da sociedade nas estórias de vida
Marianne Gullestad

Primeiro os amigos: os aniversários da infância, dar e receber
Régine Sirota

Artigos

Cultura e identidade surdas: encruzilhada de lutas sociais e teóricas
Ana Paula Santana & Alexandre Bergamo

A língua de sinais constituindo o surdo enquanto sujeito
Liliane Correia Toscano de Brito Dizeu & Sueli Aparecida Caporali

Qual o lugar do corpo na educação? Notas sobre conhecimento, processos cognitivos e currículo
Terezinha Petrucia da Nóbrega

Origens da escola moderna no Brasil: a contribuição jesuítica
Gilberto Luiz Alves

Análise das Práticas Pedagógicas

Sobre tempos e espaços da escola: do princípio do conhecimento ao princípio da socialidade
Marília Gouvea de Miranda

Debate

Recursos próprios da unb, o financiamento das ifes e a reforma da educação superior
Jacques Velloso & Paulo Marcello Fonseca Marques

Imagens & Palavras

"A gente gosta é de brincar com os outros meninos!" Relações sociais entre crianças num Jardim de Infância
Patrícia Dias Prado

Pais na creche: a arte do diálogo entre educadores e família
Ana Maria Orlandina Tancredi Carvalho

Resumos

Gerações e alteridade: interrogações a partir da sociologia da infância

A sociologia da infância propõe-se a constituir a infância como objecto sociológico, resgatando-a das perspectivas biologistas, que a reduzem a um estado intermédio de maturação e desenvolvimento humano, e psicologizantes, que tendem a interpretar as crianças como indivíduos que se desenvolvem independentemente da construção social das suas condições de existência e das representações e imagens historicamente construídas sobre e para eles. Porém, mais do que isso, a sociologia da infância propõe-se a interrogar a sociedade a partir de um ponto de vista que toma as crianças como objecto de investigação sociológica por direito próprio, fazendo acrescer o conhecimento, não apenas sobre infância, mas sobre o conjunto da sociedade globalmente considerada. A infância é concebida como uma categoria social do tipo geracional por meio da qual se revelam as possibilidades e os constrangimentos da estrutura social. O desafio a que nos propomos é interrogar o modo como constructos teóricos como "geração" e "alteridade" se constituem como portas de entrada para o desvelamento dos jardins ocultos em que as crianças foram encerradas pelas teorias tradicionais sobre a infância e de como esse conhecimento se pode instituir em novos modos de construção de uma reflexividade sobre a condição de existência e os trajectos de vida na actual situação da modernidade.

Criança, infância(s), crianças: que objetivo dar a uma ciência social da infância?

A infância designa um conceito polissêmico que reenvia a uma multiplicidade de dimensões ou campos. Se esse conceito é reduzido ao termo "criança", entra-se no campo psicológico; ao termo "infância", no campo demográfico, o qual se revela ser também de ordem econômica; se se fala de "crianças", entra-se no campo propriamente antropológico ou socioantropológico. A área que essa última dimensão define constitui o verdadeiro objeto susceptível de ser abordado pelas ciências sociais no que diz respeito a essa faixa da população. As pesquisas referentes a esse assunto exigem métodos apropriados. Se no que diz respeito ao momento intersubjetivo relativo à sociedade, correspondendo este ao nível de análise microssociológica, tais métodos podem exigir do pesquisador que ele "se torne criança" a fim de poder reconstituir pela imaginação o universo das culturas infantis. No que diz respeito ao momento institucional, social, propriamente dito, correspondendo ao nível de análise macrossociológico, trata-se de levar em consideração os fenômenos estruturais, particularmente os que concernem à dominação, que afetam as crianças tanto quanto as outras faixas da população, e que se inscrevem numa perspectiva histórica. Esse processo geral de estruturação se aplica também ao universo infantil, e é ele que constitui a chave heurística de toda pesquisa sobre esse universo.

Transformação dos modos de socialização das crianças: uma abordagem sociológica

Alardear que a análise sociológica ainda se interessa muito pouco pelas crianças não impede que estas sejam alvo de e tomem parte nas constantes evoluções da sociedade. Como sujeito social, a criança participa de sua própria socialização, mas também da reprodução e da transformação da sociedade. Para contribuir à necessária construção de uma sociologia da infância, proporia quatro abordagens que se entrecruzam: 1) a segmentação social das idades e a incerteza quanto ao período da infância; 2) a tendência a favorecer a socialização em estruturas coletivas fora da família; 3) a transformação e as contradições das concepções da infância; 4) o interesse generalizado por uma educação precoce.

Denominações da infância: do anormal ao deficiente

Que lugar pode ocupar o estudo da deficiência no quadro da sociologia da infância? Tal é a contribuição que gostaríamos de apresentar, analisando, ao mesmo tempo, a história da infância dita "deficiente" e as evoluções recentes, a partir de 1975, em matéria de escolarizção. Ao mesmo tempo que damos descrições detalhadas dessas evoluções, procuramos pôr à prova duas hipóteses complementares: 1) A representação da criança portadora de "deficiência" é dominada pela representação da deficiência, mais do que pela representação da criança como criança, com suas particularidades eventuais? 2) A alteridade "comum" da criança com relação ao adulto é redobrada no caso da criança deficiente e torna ainda mais ambíguas a enunciação e a aplicação, a seu respeito, da ideologia moderna dos direitos da criança.

As crianças como pesquisadores: os efeitos dos direitos de participação sobre a metodologia de pesquisa

Este artigo contempla questões que surgem para os adultos que fazem pesquisa com crianças pesquisadoras. Esses pontos são ilustrados mais por meio de uma revisão da literatura internacional do que por um relatório de pesquisa original. Três áreas principais serão abordadas: os estágios do processo de pesquisa em que crianças podem se envolver como atores; os níveis de participação das crianças; e o uso de métodos que podem aumentar o envolvimento informado das crianças em pesquisas, sem deixar de respeitar seus direitos. A idéia de ver os adultos "pesquisados" como co-pesquisadores ou co-produtores dos dados, e como envolvidos na análise, já é amplamente reconhecida. Esta idéia é geralmente defendida em termos de controle e para resolver desequilíbrios de poder na relação de pesquisa. Contudo, ela também pode se justificar em termos de eficácia, pois descortina um leque mais amplo de métodos de coleta e permite uma compreensão mais plena dos dados. Do mesmo modo, este artigo vê as crianças como co-produtoras de dados durante as pesquisas realizadas com elas.

Entrada em campo, aceitação e natureza da participação nos estudos etnográficos com crianças pequenas

Fazer pesquisa etnográfica com crianças pequenas envolve um certo número de desafios uma vez que os adultos são percebidos como poderosos e controladores de suas vidas. Este artigo relata minhas pesquisas etnográficas comparativas com crianças de pré-escolas nos Estados-Unidos e na Itália. Enfoco mais particularmente a entrada em campo, o estabelecimento do status de participante e a coleta de notas de campo e de dados audiovisuais. Faço uma breve revisão dos procedimentos de entrada em campo que usei nos locais de pesquisa de campo nos Estados-Unidos e na Itália. Discuto como, com o tempo, passei a fazer "pesquisa com e não mais sobre crianças", ou seja como meus métodos de coleta de dados acabaram se tornando gradualmente mais abertos à contribuição direta das crianças. Finalmente, usando a pesquisa de Modena, na Itália, discuto uma etnografia longitudinal ao longo de períodos-chave de transição na vida das crianças. Esta etnografia implicou que permanecesse com e continuasse observando e entrevistando as crianças quando entraram na primeira série e durante seus cinco anos de escola primária.

Crianças e jovens, atores sociais na escola. Como os compreender?

Este texto apresenta uma reflexão sobre o processo metodológico que iniciei por ocasião de pesquisas que venho fazendo há 12 anos sobre a socialização das crianças e dos jovens de níveis diversos de escolarização. A preocupação de me liberar do "adultocentrismo", que muitas vezes impede de aceder às categorias específicas da experiência social infantil, levou-me a utilizar instrumentos de pesquisa que escolhi múltiplos e adaptados a atores socais em toda a extensão da palavra. Crianças e jovens não se comportam como adultos acabados, são, porém, tanto quanto estes, desejosos de analisar e de redefinir no seu próprio interesse as coerções situacionais sobre eles exercidas individualmente ou coletivamente. Para entender as tribulações que assim enfrentam como o sentido que eles lhes dão, utilizei, de modo geral, entrevistas inspiradas em métodos etnográficos, mas criei também cenários a partir dos quais crianças podem exprimir perfeitamente conceitos, já bem elaborados, sobre a justiça e a vida pública. O estudo de incidentes-chave ou de "negócios" levando-os a enfrentar atores adultos permitiu-me igualmente apresentar algumas propostas sobre as diversas maneiras que eles têm de viver juntos em diferentes momentos da escolaridade. Enfim a importância dada ao objeto do trabalho escolar, como a redação de textos "longos", permitiu-me abordar a relação aos "saberes" de um ponto de vista que a narração da experiência, somente, oculta de modo geral. Em todas essas pesquisas, esforcei-me igualmente a não opô-las; tentei, de preferência, conciliar pontos de vista qualitativos com tratamentos quantitativos na esperança de ter acesso simultaneamente ao significativo e ao representativo.

As práticas educativas parentais e a experiência das crianças

Este artigo tenta mostrar o quanto é importante estudar a experiência das crianças e seus pontos de vista para podermos compreender os diferentes fenômenos sociais que lhes dizem respeito. Na perspectiva da sociologia da infância, sua experiência é considerada no âmbito das estruturas sociais e do contexto particular nos quais se insere. A partir de vários exemplos no campo da educação de crianças, a autora argumenta que não basta examinar as práticas educativas de seus educadores, mas que é necessário compreender as perspectivas das crianças ou, dito de modo mais simples, que importa analisar não apenas o que os educadores fazem com as crianças, como também o que estas fazem com o que se faz com elas. Duas pesquisas são apresentadas para apoiar essa abordagem: a primeira diz respeito à experiência que as crianças têm de sua educação no âmbito familiar e escolar; a segunda trata de um objetivo particular dos educadores modernos: o desenvolvimento da autonomia das crianças. Em ambos os estudos, a experiência das crianças foi apreendida por intermédio de suas representações, emoções e ações, e foi situada segundo suas características sociais e culturais.

Infâncias imaginadas: construções do eu e da sociedade nas estórias de vida

Este artigo demonstra as conexões entre imaginar nações e imaginar infâncias e defende um exame mais crítico dos papéis e das significações mudáveis das lembranças de infância em narrativas autobiográficas, assim como do crescente uso, no mundo inteiro, de memórias de infância para a construção do eu moderno. O vínculo entre o eu da criança e o eu do adulto é o corpo enquanto repositório de memórias e sistema de ação, e o exame profundo e contínuo das experiências de infância é geralmente considerado como uma parte central e natural da representação da pessoa adulta. Logo, as reminiscências de infância costumam desempenhar um papel importante nas narrativas de vida em termos de quantidade, intensidade, e centralidade, embora, ao mesmo tempo, tenham recebido pouca atenção teórica até agora. A meu ver, esses fatos fornecem a chave para a análise cultural do presente estágio da modernidade. Distingo as infâncias textuais das infâncias vividas e discuto o tipo de informação sobre uma infância vivida que as histórias de vida podem fornecer. Em particular, pergunto se as histórias de vida contadas por adultos podem nos ajudar a entender as experiências da infância do "ponto de vista da criança". A diferença entre o eu que narra e o eu que era atinge o seu auge quando as pessoas narram suas experiências da infância. É neste sentido que as lembranças da infância podem ser consideradas como "infâncias imaginadas". A discussão junta insights de muitas disciplinas e implicações para as teorias social e literária.

Primeiro os amigos: os aniversários da infância, dar e receber

Desde a infância, os aniversários propiciam trabalhos de socialização. Esse ritual, que costuma agrupar crianças da mesma faixa etária, faz surgir uma obrigação de trocar presentes: dádivas e contradádivas regem as seqüências da festa de aniversário. A abordagem etnográfica permite apreender o papel que cada ator social (filhos, pais, amigos) desempenha na construção social desse ritual. Os presentes estão no cerne de um verdadeiro trabalho de negociações no qual se confrontam constantemente normas e valores.

Cultura e identidade surdas: encruzilhada de lutas sociais e teóricas

As expressões cultura e identidade surdas têm se legitimado, principalmente, pela defesa da língua de sinais como sendo a língua natural dos surdos. Essa defesa se faz por meio de uma inversão teórica que toma a língua, num primeiro momento, como determinada pelas práticas e interações sociais e, num segundo, faz dela a definidora dessas mesmas práticas. Este artigo discute os mecanismos de legitimação dessa inversão e suas implicações sociais e teóricas.

A língua de sinais constituindo o surdo enquanto sujeito

A proposta de educação bilíngüe para surdos vem sendo amplamente discutida. Nesta, o sujeito deve adquirir a língua de sinais, como primeira língua, de forma natural e uma segunda língua, a língua da sociedade ouvinte majoritária (oral e/ou escrita), construídas por intermédio das bases lingüísticas obtidas por meio da língua de sinais. Neste texto, são discutidos alguns aspectos importantes sobre a Língua Brasileira de Sinais (libras) e sua aquisição pela criança surda, no que se refere ao desenvolvimento da linguagem, cognição e interação social. Também se discute a importância da inserção da criança surda na comunidade surda para formação dos processos identificatórios e culturais, com a finalidade de levar os profissionais que trabalham com surdos a refletir sobre a importância da libras para o surdo.

Qual o lugar do corpo na educação? Notas sobre conhecimento, processos cognitivos e currículo

O texto aborda elementos do projeto Iluminista e sua influência na educação do corpo, notadamente os aspectos da civilidade e a cultura do corpo no ideário da pedagogia moderna, considerando a perspectiva da instrumentalidade. Apontamos para possíveis caminhos das relações entre corpo e educação na contemporaneidade, com base em uma fenomenologia do corpo e sua relação com os processos cognitivos. Por fim, apresentamos indicadores para pensar o conhecimento do corpo na educação, partindo de reflexões sobre a educação do corpo e a organização do conhecimento no currículo.

Origens da escola moderna no Brasil: a contribuição jesuítica

Este trabalho objetiva discutir a contribuição da Companhia de Jesus para a instauração da escola moderna no Brasil. Muito já foi dito sobre essa ordem religiosa, mas torna-se imperativo considerar sua obra educacional na perspectiva da contradição. Com essa intenção, são analisados aspectos ideológicos do ensino jesuítico, a relação educativa pertinente e a materialidade dos colégios, estabelecimentos escolares que colocaram a Companhia de Jesus na vanguarda da educação, desde os primeiros tempos de sua existência. A categoria organização do trabalho didático é central na análise, enquanto o material empírico é buscado, sobretudo, em fontes documentais e obras clássicas expressivas do período analisado.

Sobre tempos e espaços da escola: do princípio do conhecimento ao princípio da socialidade

Este artigo discute as propostas de organização do ensino em ciclos de formação, buscando apreender os pressupostos subjacentes à racionalidade das reformas educacionais em curso no Brasil. Entende que essas propostas implicam uma mudança dos princípios que regem a organização dos espaços e tempos da escola pública: a escola constituída no princípio do conhecimento estaria dando lugar a uma escola orientada pelo princípio da socialidade. Trata-se de uma mudança na maneira de conceber a escola, com importantes implicações para a relação educação e sociedade. É abordada a diversidade de significados atribuídos à idéia de ciclos por parte dessa literatura, bem como a ausência de uma discussão clara sobre seus fundamentos. Conclui que essa inovação deva ser mais debatida, uma vez que se constata que a maior parte das publicações sobre o tema está orientada para a sua justificação.

Recursos próprios da unb, o financiamento das ifes e a reforma da educação superior

O texto discute o comportamento de despesas da Universidade de Brasília (unb), enfatizando as receitas próprias, no cenário do financiamento das Instituições Federais de Ensino Superior (ifes), e trata das fundações de apoio em anteprojetos de reforma da educação superior do Governo Lula. O financiamento da unb com verbas do mec não difere muito do observado nas ifes, predominando recursos cadentes num sistema em expansão, no contexto da crise de hegemonia da universidade e de políticas voltadas para uma heterogeneidade no sistema federal. A unb tem alta proporção de gastos com receitas próprias, vem tendo crescente dependência destas, mas a maioria é consumida na sua geração, mostrando que nenhuma universidade federal de qualidade pode prescindir dos recursos da União. O primeiro dos anteprojetos trouxe notáveis inovações no financiamento das ifes, mas o segundo renunciou a muitas das propostas originais. Exigiu transparência na atuação das fundações de apoio, subordinação a colegiados superiores e sinalizou longinquamente para uma futura reforma da gestão financeira e patrimonial.

Esta publicação foi adicionado em nosso catálogo em sexta 17 agosto, 2007.
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